sábado, 14 de julho de 2007


Call me when you’re Sober (tradução)

Evanescence

Composição: Amy Lee

Não chore para mim
Se você me amasse
Você estaria aqui comigo
Se você me quisesse
Você me procuraria
Decida-se

Deveria ter deixado você cair
E perder tudo
Então, talvez, você possa se lembrar de você
Não posso continuar acreditando
Estamos apenas nos enganando
E eu estou cansada das mentiras
E você está muito atrasado

Não chore para mim
Se você me amasse
Você estaria aqui comigo
Você Me quer
Venha me encontrar
Decida-se

Não conseguiu levar a culpa
Doente de vergonha
Deve ser cansativo perder o próprio jogo
Odiado de forma egoísta
Não é surpresa alguma, você está cansado
Você não pode bancar a vítima agora
E você está muito atrasado

Então, não chore para mim
Se você me amasse
Você estaria aqui comigo
Você me quer
Venha me encontrar
Decida-se

Você nunca me liga quando está sóbrio
Você só quer isto porque está tudo acabado
Tudo acabado

Como eu pude queimar o paraíso?
Como pude?
Você nunca foi meu

Não chore para mim
Se você me amasse
Você estaria aqui comigo
Não minta para mim
Pegue suas coisas
Eu decidi por você.

Lithium (tradução)

Evanescence

Composição: Indisponível

Lítio - Não quero me trancar por dentro
Lítio - Não quero esquecer como é sentir falta
Lítio - Eu quero permanecer apaixonada, com minha
tristeza
Oh mas Deus, eu quero deixar isso passar

Venha pra cama, não me faça dormir sozinha
Não pude esconder o vazio que você deixou à mostra
Nunca quis que isso fosse tão frio
Apenas não bebeu o bastante para dizer que me ama

Eu não posso me acalmar
O que há de errado comigo?

Lítio - Não quero me trancar por dentro
Lítio - Não quero esquecer como é como é sentir falta
Lítio - Eu quero permanecer apaixonada, com minha
tristeza

Não quero deixar isso me derrubar dessa vez
Afogar minha vontade de voar
Aqui na escuridão, eu me conheço
Não consigo me libertar antes que eu deixe isso passar
Deixe-me ir!

Querido, eu te perdôo apesar de tudo
Qualquer coisa é melhor do que ficar sozinho
E no fim, eu acho que eu tinha que cair
Sempre encontro meu lugar entre as cinzas

Eu não posso me acalmar
O que há de errado comigo?

Lítio - Não quero me trancar por dentro
Lítio - Não quero esquecer como é como é sentir falta
Lítio - Permanecer amando você
Oh, eu vou deixar isso passar.

Lithium

Evanescence

Composição: Amy Lee

Lithium - Don't want to lock me up inside
Lithium - Don't want to forget how it feels without
Lithium - I want to stay in love with my sorrow
Oh but God I want to let it go

Come to bed, don't make me sleep alone
Couldn't hide the emptiness you let it show
Never wanted it to be so cold
Just didn't drink enough to say you love me

I can't hold on to me
Wonder what's wrong with me

Lithium - Don't want to lock me up inside
lithium - Don't want to forget how it feels without
lithium - I want to stay in love with my sorrow

Don't want to let it lay me down this time
Drown my will to fly
Here in the darkness I know myself
Can't break free until I let it go
Let me go

Darling, I forgive you after all
Anything is better than to be alone
And in the end I guess I had to fall
Always find my place among the ashes

I can't hold on to me
Wonder what's wrong with me

Lithium - Don't want to lock me up inside
lithium - Don't want to forget how it feels without
lithium - Stay loving you
Oh I'm goanna let it go.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Haunted

Uma pequena garota entre 8 e 9 anos em um vestido branco está andando pelas ruas da vizinhança balançando uma bola vermelha. Enquanto ela se aproxima de uma casa obviamente deserta com um aspecto sinistro, sua atenção desvia da bola para a casa. Se prestar atenção aos seus movimentos, a bola bate no meio-fio e ricocheteia na frente da casa.
Conforme ela persegue a bola adquire movimentos não naturais e vai em direção a gde porta frontal. A pequena garota pára por um momento, olha para a casa que agora parece estar encarando-a, e cuidadosamente entra na casa a procura de sua pequena bola vermelha. Conforme ela lentamente entra no átrio, ela observa a bagunça decadente do que um dia foi obviamente uma bela mansão. Ela fica hipnotizada pelo requintado detalhe de cada centímetro do corrimão da aparentemente interminável escada em sua frente. De repente seus pensamentos são interrompidos por uma horripilante confusão. Ela se vira para correr até a porta da frente, mas encontra apenas uma parede vazia onde a porta estava. Assustada ela desce correndo para a primeira entrada que vê, tentando desesperadamente encontrar uma saída, mas a cada virada o mundo atrás dela muda se vontade para a vontade da casa, assim até encontrar um caminho de volta para o atrio que ela estava se torna impossível. Aterrorizada, a pequena garotinha se encolhe em um canto, abaixa sua cabeça em suas mãos e começa a chorar.

10 anos depois....

A pequena garota acorda em pânico, agora uma jovem mulher... suja, assustada. Ela está agora vestida com calças pretas, botas de trabalho. Sua pele está pálida e suja. O sol não ilumina sua carne a uma década. Ela acorda para procurar sua refeição, localizada numa bandeja de prata suja atrás dela, somente o suficiente pra manter-se viva, assim como todas as manhãs. Colocada lá por uma figura que ela apenas pode ver de passagem, por um canto, atravessando uma porta... Uma figura que se tornou seu único amigo e seu único ódio. Toda a sua existência se tornou nada mais que perseguir e destruir essa sombra que a mantém ali. Conforme ela o persegue contínuamente dia após dia, ela se perde na dicotomia do seu ser. Essa coisa q a mantém ali, essa pessoa que repedidamente viola sua mente e a observa dormir, se tornou seu único amigo. Se não fosse essa pessoa que restou, que ela deixaria de existir. Ela vive apenas para matá-lo. Mas vive somente GRAÇAS a ele. Todos os dias a casa muda ao seu redor, assim todos os dias ela acorda em um lugar desconhecido. A única coisa constante... é ele. Ela escuta o coração dele batendo, ela sente seu cheiro, ela pode apenas imaginar encontrá-lo, mas ele também é a única coisa que ela sabe do amor.

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Tourniquet

"Mtas de nossas músicas são escritas de um jeito que pode significar várias coisas. Essa foi escrita por nosso baterista Rock (Gray), que era de uma banda de death metal cristão antes de se juntar a nós. Ele me disse que é sobre um ponto de vista cristão, mas é sobre suicídio. É a perspectiva de alguém que acabou de cometer suicído e a controvérsia no cristianismo que se vc comete suicídio, vai para o céu ou inferno? Se todos os pecados são perdoados qdo aceitamos Cristo, pq esse deveria ser uma exceção?" - AMY LEE

"Não, eu não escrevi [a letra de Tourniquet] -- Na verdade é uma música do Rocky, é um cover! [risos] O Rocky, nosso baterista era de outra banda de Little Rock chamada Soul Embraced -- é tipo uma banda de metal cristã -- e ele tocava guitarra e fazia o vocal. Era essa música maravilhosa, mas está totalmente diferente agora. Nós eramos amigos do Rocky e ele costumava tocar bateria para a gente, era uma música misteriosa e muito legal, e Ben apenas disse, "Ei, nós apenas vamos mudar isso e tocá-la num show..." Então pegamos a música e eu escrevi uma melodia para ela. A letra é basicamente a mesma, mas eu escrevi um outro segundo verso inteiro, e a melodia também mudou bastante de jeito. Tem esse ótimo balanço, e a partir dai começamos a tocá-la e depois ficamos tipo "Ei, vamos colocá-la no álbum..."" - AMY LEE

Significado das letras do Evanescence

Significado das letras do Evanescence



"É sobre sair de uma relação ruim" disse Lee - "E quando vc está no limite, qdo está no ponto que vc percebe que algo deve mudar, q vc não pode continuar vivendo a
situação que vc está. É legal. É uma música mto forte."

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Bring Me To Life

"Abrir sua mente. É sobre acordar para todas aquelas coisas q vc tem perdido por mto tempo. Um dia alguém disse algo que fez meu coração acelerar por um segundoe eu percebi que por meses estive paralizada, só passando pelos caminhos da vida."

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Everybody's Fool

"Escrevi "Everybody's Fool" da perspectiva da minha irmã, que depois percebeu que seu ídolo tinha palavras vazias. Como todas as popstars tipo Britney parecem ser garotas perfeitas genuínas. Os pequenos veêm flores naturais onde os outros veem plástico." - AMY LEE

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My Immortal

Mesmo que Amy cante a profunda canção de ninar, a canção foi escrita por Moody, e e puramente ficção.
"Essa é a diferença entre a gente" disse Lee. Ben escreve como um contador de histórias e não necessariamente sobre alguma experiência pessoal. Eu não consigo escrever sobre nada que não entendo completamente. Para mim, escrever é sempre sobre algo específico que aconteceu. então as vezes eu sinto uma certa distância cantando a música, mas ainda amo isso tudo." - AMY LEE

"'My Immortal' tinha de ser um single e se vc faz um terceiro, vc ainda se deixa aberto para fazer um quarto single -- Mas eu acho que se nós fizermos quatro singles, será maçante para o CD, especialmente acabado de sair. Especialmente qdo vc tem uma música como "Bring Me To Life" que é uma grande inovação, e com certeza a música mais tocada do ano. Eu não queria que ficasse maçante, e eu acho q "My Immortal" é aquela que toca a maioria das pessoas toda noite. Nós estamos agradecidos de tirá-la e nós queríamos fazer um vídeo para ela. Eu a escrevi qdo tinha 15 anos, então é tipo a música mais antiga q temos. Ela meio que mostra tudo o que passamos com o Evanescence, então é como ver tudo até a finalização, o fato de não estar pronta com as cordas e tudo, e estar no álbum, colocá-la como single, tocar na radio, e fazer um video para ela, é como se eu precisasse ver tudo ateh a finalização. É apenas como uma necessidade pessoal." - BEN MOODY

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domingo, 8 de julho de 2007

3ª Biografia

BIOGRAFIA III

O sucesso em massa que o Evanescence tem tido até agora, nas palavras da co-fundadora e cantora Amy Lee, "Realmente bizarro quando vc pensa sobre isso. Obviamente eu sempre pensei que nós éramos bons o bastante - eu amo nossa música e eu amo nossa banda - mas eu nunca pensei que poderia acontecer nessa escala. Eu olho meu rosto na capa do álbum à vezes e me pergunto se sou eu realmente."
Sem dúvidas que é. Os vocais apaixonados de Lee, combinados com a agressiva força, ajudaram o Fallen a vender 12 milhões de cópias pelo mundo, trazendo os hits Bring Me To Life (nº 1 em vários países, Going Under e My Immortal. Uma enorme quantidade de prêmios se seguiram, incluindo 2 Grammys em 2003: Melhor Artista Revelação e, por Bring Me To Life, Melhor Performance Hard Rock.
O drama inerente a paroximação musical do Evanescence - um tipo de gótico widescreen que se torna num segundo de introspecção liderada por piano a batidas de guitarra riff-a-rama - obviamente mexeram com audi~encias do mundo todo.
"Eu amo o que fazemos, e eu acho que passamos isso; nós definitivamente tentamos colocar isso na nossa música", explica Lee. "Isso é real, honesto e genuíno. Não estamos tentando vender álbuns, isso vêm do coração. De todos nós."
A história se torna ainda mais maravilhosa quando consideramos o humilde e sem recursos começo da banda: Lee e o co-fundador Ben Moody começaram compondo e gravando juntos nas casas dos pais de cada um e somente contrataram músicos para tocar ao vivo poucas vezes num ano.
"Foi estranho sair na nossa primeira turnê", ela se lembra. "Ninguém tinha nenhuma expectativa, e nós estávamos fazendo alguns shows em pistas de patinação para tipo, 10 pessoas - foi mto hilário. Mas no final da semana tinha uma gde diferença toda vez, e no final do mês estpavamos tocando para centenas de pessoas - e no último verão estávamos tocando na frente de 50.000 pessoas na Alemanha."
A inclusão de Bring Me to Life na trilha sonora do Demolidor (junto com My Immortal) ajudou a fazer a bola rolar. Conforme crescia o número de bilheteria, os pedidos nas rádios começaram. "Foi como se espalhou pelo país, e pelo mundo", entusiasma-se Lee. "Essa é minha parte favorita da história - não aconteceu pq estávamos sendo empurrados garganta abaixo das pessoas, mas pq as pessoas procuraram saber sobre a banda por sua conta. Quem nós seríamos sem os fãs? Ninguém."
Evanescence pagou esse débito com os fãs com uma rígida agenda de turnê. "Para ver as coisas que estamos tendo a oportunidade de ver, tem sido maravilhoso... no entanto às vezes vc sente uma coisa de 'tão perto e ainda assim, tão longe'", ri Lee. "Estávamos em Nova Zelândia e mesmo que pudemos ver a floresta úmida, ainda tiínhamos o show para fazer. Às vezes apenas vemos um monte de belos quartos de hotéis.."
Agora Lee e seus companheiros de banda estão voltando suas atenções para escrever o próximo álbum.
"Estamos levando isso bem devagar," ela diz. "Fallen foi uma boa obra prima, mas não queremos fazer o mesmo álbum de novo - qual o sentido nisso? Queremos que seja original e inventivo, como o primeiro foi. Nós escrevemos separadamente, e vamos nos juntar em breve e começar a trabalha juntos."
Juntamente com Lee, o baixista William Boyd, bateirista Rocky Gray e guitarrista John LeCompt está o novo guitarrista Terry Balsamo, originalmente da banda de metal alternativo Cold, que substituiu o co-fundador Moody depois de sua saída em Outubro de 2003.
"Terry é um sonho tornado realidade", estusiasma-se Lee. "Ele é um cara legal que nós ficamos amigos. Ele é um músico incrível, um ótimo compositor e um cara sempre 5 estrelas. Eu o amo mto - não há drama, é mais uma celebração que uma luta."
Uma constante em Evanescence será os bacgorund de Lee na música clássica; tendo passado nove anos estudando piano clássico, ela não irá dar as costas a isso agora.
"O que eu trago a banda é a idéia e vibração da coisa romântica/clássica/orquestral - as cordas, o coral, os vocais background celestiais, e o piano" ela diz. "A banda traz o rock - as guitarras e bateria. Juntos criamos algo que é mto original."
A combinação do clássico e metal não é tão estranha qto parece, ela explica: "Tem mtas conexões quase místicas entre o clássico e o heavy metal. Qdo eu estava no ginásio eu escutava mtas bandas de death metal que eu amava- são todos tipos complexos e intrigantes de música que são mto dramáticas, e eu sou naturalmente inclinada a isso."
O próximo passo do Evanescence irá refletir o fato de que "Eu estou me tornar mais sem medos como compositora - todos nós estamos. Fallen veio de um lugar mto vulnerável, que não é como estou na vida real - eu purifiquei essa parte de mim através da composição. Não há dúvidas que minha composição é mais refletiva das minhas reações aos acontecimentos e não dos acontecimentos em si."
Quanto ao lançamento do próximo álbum, ela responde com uma risadinha natural. "Ele será lançado quando for nosso álbum favorito".

BIOGRAFIA II

uma entrevista com Ben em 1998: "A alguns anos atrás, Amy e eu estávamos frequentando um acampamento para jovens. Eu estava jogando com o grupo de oração e Amy era uma campista. Durante um tipo de recreação eu estava sentado no ginásio assistindo um jogo de basketball. Do outro lado da quadra havia um palco para peças e um piano. Eu estava sentado lá, super entediado quando de repente eu tomei um susto enquanto escutava o som da introdução de piano de "I Would Do Anything For Love" do Meafloaf's. Eu olhei para o piano e havia essa garota esbanjando um
grande talento. Depois da minha raiva por inveja inicial, calmamente eu corri através do jogo de basket em direção ao piano e me apresentei. Depois ela me impressionou ainda mais com músicas que ela havia escrito. Eu achei que estava no paraíso. Mas quando ela cantou, eu quase morri. Vindo daquele rejeitado e pequenino acampamento estava uma das mais poderosas e belas vozes que eu jamais tinha ouvido. Então eu, de alguma forma, a convenci a nunca mais tocar com mais ninguém e ela tem sido minha desde então." Ben e Amy logo começaram a gravar músicas como "Give Unto Me" e "Understanding" sob o nome de Evanescence. Com influências como Type O Negative, Living Sacrifice (que, segundo rumores, convidou Ben para se unir como guitarrista, mas ele recusou para continuar com o Evanescence), Portishead e Sarah McLachlan eles começaram a criar um som único que leva elementos do metal, música eletrônica e (provavelmente sem intenção) música gótica. Brad Caviness começou a tocar "Understanding" e "Give Unto Me" no programa de rádio que ele co-apresentava na KABF, em Little Rock, dando ao Evanescence sua primeira exposição ao mundo em liberdade. Seu EP de estréia foi lançado em Dezembro de 1998 em seu primeiro show no Vino's em Little Rock. A edição limitada de 100 cópias foi vendida rápido na mesma noite. Em algum momento David Hodges se uniu a banda. (nota da tradutora: o autor do texto diz que não pode dar nenhum detalhe disse porque ele não sabe como isso ocorreu). As pessoas mais íntimas à banda ficaram surpresos como Ben Moody é um perfeccionista que se empenhou em encontrar alguém que ele se sentisse confortável tocando junto. O EP Whisper foi lançado nessa época pela banda com a ajuda da BigWig Enterprises em CDR (edição limitada em 50 cópias). Depois de algum tempo, o show do Evenescence foi completado com membros como JohnLeCompt (anteriormente do Mindrage) e Rock Gray (do Soul Embraced e Living Sacrifice). Recentemente David Hodges saiu da banda (nota da tradutora: por razões desconhecidas pelo autor). John LeCompt e Rocky Gray são agora conhecidos como membros oficiais da banda. [...]

Original: JesusFreak.com
Traduzido e Adaptado por: Lolita